Respostas curtas às objeções que surgem quando se descobre o NEMO IMS.
Não. É sobretudo uma arquitetura monetária internacional: moedas nacionais podem permanecer enquanto compensação internacional e financiamento regenerativo são reorganizados.
Não mecanicamente. O sistema combina criação direcionada para atividades regenerativas e destruição por degelo nas transações.
É uma questão de governança: critérios transparentes, auditoria científica e controles institucionais contra captura.
O objetivo não é abolir a soberania, mas reduzir dependência de moedas hegemônicas e restrições externas baseadas em dívida.
Não. É mais amplo: criação monetária, arquitetura cambial, destruição transacional e orientação dos fluxos financeiros.
Mantém a ideia de uma unidade internacional, mas lhe dá mandato ecológico e regenerativo.
É ambicioso, mas o sistema atual também é uma construção institucional. Arquiteturas monetárias já mudaram muitas vezes.